Toca o despertador. Abro os olhos. Nao acordo. Os esfrego. Desperto. Tomo um café. Abro a janela. Sinto o sol. Esquenta. Me atraso. Ligo pro chefe. Entro no carro. Mais um dia. Outro dia.
E foi quando o trânsito virou escultura urbana, que virou poeira.
Quando uma briga virou dança contemporânea em língua estrangeira.
O pobre virou rico comprando besteira.
E o descrente confiou, até bateu na madeira.
E foi assim que me senti liberta, ainda que sua prisioneira...
Friday, December 22, 2006
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